SESCON-RJ 40 anos: um alerta para empresários sobre união, planejamento e Reforma Tributária

Lideranças empresariais e contábeis celebram os 40 anos do SESCON-RJ no Rio de Janeiro
Coquetel Quatro Décadas de Representatividade marcou o início das comemorações dos 40 anos do SESCON-RJ.

Quarenta anos de história não cabem apenas em uma cerimônia. Eles aparecem nos encontros, nas lembranças, nas empresas que foram orientadas, nas mudanças de legislação acompanhadas de perto e nas lideranças que escolheram representar uma categoria inteira.

Foi esse clima de memória, reconhecimento e futuro que marcou o coquetel “Quatro Décadas de Representatividade”, realizado pelo SESCON-RJ, Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis, Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas do Estado do Rio de Janeiro.

A cobertura do TOK de Eventos, apresentada pela jornalista Mônica Figueira, acompanhou o início das comemorações dos 40 anos da entidade e ouviu lideranças da contabilidade, da JUCERJA, da FENACON, do associativismo regional e do empreendedorismo feminino.

Mais do que uma celebração institucional, o encontro deixou uma mensagem clara para os empresários: os próximos anos exigirão mais união, mais planejamento, mais conhecimento e mais preparo para enfrentar mudanças profundas no ambiente de negócios.

Assista à cobertura do TOK de Eventos nos 40 anos do SESCON-RJ

A cobertura em vídeo do TOK de Eventos registrou as principais falas da noite, reunindo memórias, alertas e mensagens de lideranças que ajudaram a construir a trajetória do SESCON-RJ e que hoje apontam caminhos para empresários, contadores e profissionais do setor.

https://www.youtube.com/watch?v=oyBAmIq1-lE Assista à cobertura do TOK de Eventos durante o início das comemorações dos 40 anos do SESCON-RJ.

SESCON-RJ: quatro décadas de representação, orientação e fortalecimento empresarial

A história do SESCON-RJ começou em 1986, inicialmente como associação, e ganhou caráter sindical no ano seguinte. Desde então, a entidade se consolidou como uma voz importante para empresas de serviços contábeis e para o ambiente empresarial fluminense.

Ao longo dessas quatro décadas, o sindicato participou de debates técnicos, promoveu capacitações, aproximou profissionais, dialogou com órgãos públicos e ajudou empresários a compreenderem mudanças que impactam diretamente a gestão de seus negócios.

Esse trabalho aparece nas falas dos ex-presidentes e dirigentes que participaram da cobertura. Cada um, à sua maneira, mostrou que o SESCON-RJ não foi construído apenas por diretorias. Ele foi construído por pessoas que dedicaram tempo, conhecimento e energia para fortalecer uma categoria essencial ao funcionamento das empresas.

Para quem empreende, essa trajetória carrega uma lição importante: nenhuma empresa cresce sozinha. Por trás de um negócio mais seguro, quase sempre há orientação, rede de apoio, informação qualificada e participação em ambientes de troca.

Esse debate se conecta diretamente a temas já tratados pelo Tok de Empreendedorismo, como postura em eventos de networking, fortalecimento de reputação e presença estratégica em ambientes onde relacionamento e negócios caminham juntos.

Na gestão de Samir Nehme, memória e futuro se encontram

À frente da gestão 2025-2026 do SESCON-RJ, Samir Ferreira Barbosa Nehme recebeu os convidados em um momento simbólico para a entidade.

Contador, advogado, administrador e empresário contábil, Samir representa uma liderança que conhece tanto a rotina técnica da profissão quanto os desafios de quem empreende no setor. Na entrevista ao TOK de Eventos, ele relembrou a origem da instituição e destacou o papel do sindicato na qualificação, na representação e no fortalecimento das empresas do estado.

O trabalho atual de Samir ganha relevância porque une duas frentes importantes. De um lado, há o cuidado com a memória institucional. De outro, há a preocupação com aquilo que empresários e contadores precisarão enfrentar nos próximos anos.

A inauguração da Galeria de Presidentes e do novo estúdio de podcast do SESCON-RJ traduz bem esse momento. A galeria reconhece quem ajudou a construir a entidade. Já o podcast abre uma nova frente de comunicação, conhecimento e aproximação com o setor empresarial.

Em tempos de mudanças tributárias, transformação digital e excesso de informação, criar um espaço próprio para produzir conteúdo é mais do que uma novidade. É uma ferramenta estratégica para orientar empresários, contadores e profissionais que precisam tomar decisões com mais segurança.

O novo estúdio também reforça o papel do SESCON-RJ como ponte entre informação técnica e linguagem acessível. Afinal, de pouco adianta discutir temas complexos se eles não chegam de forma clara a quem precisa aplicá-los na gestão do negócio.

O lançamento do podcast reforça uma nova etapa de comunicação

Entre os momentos marcantes da celebração, a inauguração do estúdio de podcast mostrou que o SESCON-RJ também olha para novas formas de dialogar com sua base.

Durante muitos anos, entidades empresariais foram reconhecidas principalmente por reuniões, eventos, treinamentos e articulações institucionais. Tudo isso continua importante. No entanto, o empresário atual também precisa de conteúdo rápido, confiável e acessível.

Por isso, o podcast pode se tornar um canal relevante para explicar temas como Reforma Tributária, obrigações empresariais, gestão financeira, tecnologia, liderança, associativismo e tendências do mercado contábil.

O release da cobertura também registra o agradecimento à SS Parisi Software, empresa de Sandro Parisi, pela entrega do novo estúdio. O detalhe mostra que o projeto nasce de uma construção coletiva, com participação de parceiros ligados à inovação e à comunicação.

Na prática, o estúdio amplia a capacidade do SESCON-RJ de transformar conhecimento técnico em orientação para empresários. E isso fortalece ainda mais a missão da entidade neste novo ciclo.

Reforma Tributária: o alerta que atravessou a noite

Embora a comemoração tenha olhado para os 40 anos de história, uma das mensagens mais fortes do encontro apontou para o futuro.

Na reta final da cobertura, Samir Nehme fez um alerta sobre o período de transição da Reforma Tributária e sobre a necessidade de empresários e contadores se qualificarem para as mudanças que serão implementadas ao longo dos próximos anos.

A mensagem foi direta: negligenciar essa transformação pode colocar em risco a sobrevivência de empresas e profissionais.

De acordo com a Receita Federal, a Reforma Tributária do Consumo envolve a transição para a CBS e o IBS, em um processo gradual de adaptação para contribuintes, empresas e fiscos.

Isso significa que o empresário precisará revisar sistemas, documentos fiscais, formação de preços, fluxo de caixa, controles internos e relação com a contabilidade.

Na prática, a contabilidade deixa de ser vista apenas como obrigação mensal. Ela passa a ocupar um lugar estratégico na gestão, nas finanças e no planejamento das empresas.

Esse ponto dialoga com uma dor comum dos pequenos negócios: vender, crescer e aparecer no mercado não basta quando a empresa não tem clareza financeira. O Tok já abordou esse alerta em conteúdos como vender muito não significa lucrar, reforçando que crescimento sem gestão pode aumentar riscos em vez de gerar segurança.

Ricardo Monello: o contador como parceiro da estratégia empresarial

A Reforma Tributária também ganhou destaque na entrevista com Ricardo Roberto Monello, vice-presidente da Região Sudeste da FENACON.

Monello explicou a dimensão do sistema representado pela Federação e chamou atenção para o papel estratégico da contabilidade diante das transformações tributárias em curso.

Segundo ele, profissionais e escritórios contábeis estarão diretamente envolvidos na adaptação das empresas ao novo ambiente. A FENACON atua tanto no acompanhamento da regulamentação quanto na capacitação dos profissionais, inclusive em parceria com o CFC, Conselho Federal de Contabilidade.

Ao falar aos empresários, Monello reforçou a importância de planejamento, organização, conduta ética e acompanhamento profissional.

A fala é importante porque reposiciona o contador. Ele não deve ser visto apenas como quem emite guias ou cumpre obrigações. Em um cenário de Reforma Tributária, o contador se torna parceiro da gestão, das finanças e da estratégia de desenvolvimento empresarial.

Associativismo: o empresário não precisa caminhar sozinho

Outra mensagem forte da noite foi a importância do associativismo.

Renato Mansur, presidente do SESCON-RJ entre 2019 e 2022, lembrou que uma entidade de classe não deve ser vista apenas como uma obrigação formal. Ela pode ser espaço de conhecimento, treinamento, articulação institucional e defesa de interesses coletivos.

Em uma das falas mais humanas da entrevista, Renato relacionou sua própria evolução empresarial à participação no SESCON-RJ. Segundo ele, foi dentro da entidade que teve contato com profissionais mais experientes e com conhecimentos capazes de impulsionar seus negócios.

Essa visão mostra que o associativismo não é apenas uma pauta institucional. Ele também pode ser uma ferramenta de amadurecimento para o empreendedor.

Maurício Germano da Luz, ex-presidente do SESCON-RJ na gestão 2023-2024, reforçou essa ideia ao falar sobre união, segurança jurídica e desenvolvimento. Ele destacou a atuação do sindicato junto à Secretaria de Estado de Fazenda do Rio de Janeiro e a importância da integração entre associações, sindicatos, profissionais da contabilidade e poder público.

Sua mensagem aos empresários foi objetiva: quem empreende não precisa enfrentar sozinho as dificuldades do mercado. O SESCON-RJ atua oferecendo representação, capacitação, segurança jurídica e interlocução com instituições.

Essa visão também se aproxima de movimentos recentes destacados pelo Tok, como a valorização do networking estratégico entre empresários, especialmente em um cenário no qual depender apenas do digital pode limitar conexões reais.

Francisco de Assis Melo Júnior e a força do associativismo regional

De Teresópolis, o contador Francisco de Assis Melo Júnior levou para a cobertura a perspectiva do associativismo regional.

Presidente da APCTERE, Associação dos Profissionais Contabilistas de Teresópolis, Francisco explicou como entidades locais podem aproximar profissionais da contabilidade, empresários, governo e instituições representativas.

Sua frase resume boa parte do espírito da noite: ninguém faz nada sozinho.

Segundo ele, a união permite enfrentar dificuldades coletivamente, ampliar visibilidade e criar oportunidades de crescimento para profissionais e empresas.

Francisco assumiu a presidência da APCTERE para o biênio 2026-2028 e também integra a atual diretoria do SESCON-RJ. Sua presença reforça que a representatividade não se limita à capital. Ela também ganha força quando alcança regiões, cidades, escritórios e empresários que vivem realidades diferentes, mas enfrentam desafios semelhantes.

Hélio Cézar Donin e a memória de quando quase tudo ainda precisava ser construído

A memória dos primeiros anos da entidade ganhou voz com Hélio Cézar Donin, presidente do SESCON-RJ entre 1994 e 1997.

Donin relembrou uma época em que o sindicato ainda tinha poucos associados e precisava convencer empresários contábeis sobre a importância da representação coletiva.

Essa lembrança é valiosa porque mostra que instituições fortes não nascem prontas. Elas são construídas com persistência, presença, articulação e capacidade de demonstrar valor para quem participa.

Durante sua gestão, foram realizados investimentos em informatização e estrutura. Também houve expansão do quadro associativo e realização de eventos que ajudaram a ampliar a projeção da entidade.

Donin ainda recordou uma convenção em Copacabana que ultrapassou mil participantes, em uma época em que encontros semelhantes costumavam reunir algumas centenas de pessoas.

Para os empresários de hoje, essa fala deixa uma lição simples e poderosa: crescimento exige visão de longo prazo. Seja em uma entidade, seja em uma empresa, é preciso investir em estrutura, relacionamento e confiança.

Márcia Tavares: a empresa está construída na areia ou na pedra?

Uma das entrevistas mais densas da cobertura foi com Márcia Tavares Sobral de Souza, que presidiu o SESCON-RJ entre 2010 e 2013.

Márcia relembrou um período de intensa mobilização da entidade, com treinamentos, participação na implantação do Simples Nacional, debates relacionados à Nota Fiscal Carioca, eventos na FIRJAN, no CRCRJ e na ALERJ.

Ela também recordou a atuação em questões legislativas ligadas às empresas e aos profissionais da contabilidade.

No entanto, foi ao falar sobre futuro que sua entrevista ganhou ainda mais força.

Com décadas de experiência empresarial, Márcia chamou atenção para a necessidade de reserva financeira, organização patrimonial, aposentadoria e sucessão.

Para ela, não basta administrar o presente. O empresário precisa saber se está construindo sua empresa “na areia ou na pedra”.

A pandemia reforçou essa lição. Empresas sem caixa, sem planejamento e sem visão de longo prazo ficam mais vulneráveis em momentos de instabilidade.

Planejar não é pessimismo. É responsabilidade.

Para pequenos empresários, profissionais liberais e negócios familiares, isso significa separar finanças pessoais e empresariais, acompanhar indicadores, construir reserva, preparar sucessores, documentar processos e buscar orientação antes que o problema apareça.

JUCERJA, MEI e liderança feminina no ambiente empresarial

A presença de Paola Domingues Jacob, presidente da JUCERJA, também marcou a cobertura.

Segundo a página institucional da Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro, Paola é a primeira mulher e a primeira servidora pública da história a assumir a presidência da JUCERJA.

Durante a entrevista ao TOK de Eventos, ela falou diretamente aos microempreendedores e pequenos empresários.

Ao abordar o MEI, Microempreendedor Individual, Paola chamou atenção para a necessidade de manter obrigações tributárias em dia. Mas sua fala foi além da burocracia.

Para ela, empreender exige conhecer o negócio, estudar e compreender os riscos envolvidos. Conhecimento reduz a exposição ao erro e aumenta as chances de sobrevivência empresarial.

A participação de Paola também reforçou um movimento maior: mulheres ocupando espaços estratégicos em instituições historicamente ocupadas majoritariamente por homens.

SESCON Mulher e o fortalecimento das mulheres empresárias

O empreendedorismo feminino ganhou destaque com Elisângela Castelo Coelho, Elis Castelo, diretora do SESCON-RJ e uma das lideranças ligadas ao SESCON Mulher.

O projeto trabalha diferentes dimensões da vida empresarial feminina por meio de embaixadas voltadas a temas como gestão, liderança, posicionamento, comunicação, finanças, inovação e equilíbrio entre vida profissional e pessoal.

Elis destacou que o movimento não está restrito às profissionais da contabilidade. A proposta alcança mulheres empresárias de diferentes segmentos, criando espaços de aprendizado, troca, fortalecimento e geração de conexões.

A agenda do Mulher Empresária 2026 do SESCON-RJ também reforça debates sobre liderança, finanças, comunicação, inovação, bem-estar e crescimento.

Esse debate se conecta diretamente ao crescimento de iniciativas lideradas por mulheres em diferentes segmentos. No Tok de Empreendedorismo, histórias como a de encontros de negócios e fortalecimento feminino, a exemplo da matéria sobre empreendedoras reunidas em evento de networking e negócios, mostram que conexão, visibilidade e apoio mútuo também são estratégias de crescimento.

As principais mensagens dos entrevistados ao empreendedor

A cobertura do TOK de Eventos reuniu muitas vozes. Cada uma trouxe uma memória, uma preocupação e uma orientação prática para quem empreende.

  • Samir Ferreira Barbosa Nehme valorizou a história do SESCON-RJ, destacou o trabalho de capacitação e apontou para a necessidade de empresários e contadores se prepararem para os próximos anos.
  • Renato Mansur reforçou que o empresário não precisa caminhar sozinho e que a participação em entidades pode gerar conhecimento, relacionamento e amadurecimento empresarial.
  • Maurício Germano da Luz falou sobre união, segurança jurídica, integração institucional e interlocução com o poder público.
  • Márcia Tavares Sobral de Souza trouxe um alerta sobre reserva financeira, organização patrimonial, aposentadoria, sucessão e planejamento de longo prazo.
  • Francisco de Assis Melo Júnior destacou o associativismo regional e resumiu a força da união empresarial na ideia de que ninguém faz nada sozinho.
  • Hélio Cézar Donin relembrou os anos em que o sindicato ainda precisava ampliar sua base, investir em estrutura e convencer empresários sobre a importância da representação coletiva.
  • Paola Domingues Jacob destacou a importância de conhecimento, regularidade e preparo para microempreendedores e pequenos empresários.
  • Ricardo Roberto Monello reforçou que a Reforma Tributária coloca empresários e contadores diante de uma transformação histórica.
  • Elisângela Castelo Coelho, Elis Castelo falou sobre o SESCON Mulher e a importância de criar espaços de protagonismo, capacitação e conexão para mulheres empresárias.

O que os 40 anos do SESCON-RJ ensinam aos empresários

A cobertura do TOK de Eventos mostrou que os 40 anos do SESCON-RJ não são apenas uma celebração da contabilidade. Eles também contam parte da história do ambiente empresarial do Rio de Janeiro.

Ao longo desse caminho, a entidade ajudou a orientar empresas, formar lideranças, fortalecer a representação coletiva e aproximar empresários de temas que impactam diretamente sua sobrevivência.

Agora, diante da Reforma Tributária, da transformação digital, da necessidade de profissionalização da gestão e da valorização do networking, essa atuação se torna ainda mais relevante.

Para quem empreende, a principal lição da noite talvez seja esta: uma empresa forte não se constrói apenas com coragem. Ela precisa de informação, planejamento, rede de apoio, orientação profissional e capacidade de aprender continuamente.

É a mesma lógica que guia a trajetória do próprio Tok de Empreendedorismo, que ao celebrar seus espaços de visibilidade, como na cobertura dos dois anos da Revista Tok de Empreendedorismo no Palácio Tiradentes, reforça que negócios também crescem quando ocupam ambientes de reputação, conexão e reconhecimento.

Uma história de quatro décadas e um chamado para os próximos anos

O coquetel “Quatro Décadas de Representatividade” celebrou o passado, mas sua mensagem mais forte apontou para o futuro.

Empresários, contadores, instituições e lideranças precisarão construir juntos os próximos anos. A Reforma Tributária, a qualificação profissional, o fortalecimento das mulheres empresárias, a sucessão, a segurança jurídica, a comunicação especializada e o associativismo estarão no centro dessa jornada.

Os 40 anos do SESCON-RJ mostram que nenhuma trajetória institucional sólida nasce do improviso. O mesmo vale para as empresas.

Quem deseja atravessar os próximos ciclos com mais segurança precisará sair do isolamento, buscar conhecimento e entender que, no mundo dos negócios, representatividade também é estratégia.

Perguntas frequentes sobre SESCON-RJ, Reforma Tributária e empresários

O que representa a comemoração dos 40 anos do SESCON-RJ?

Representa a trajetória de uma entidade ligada à representação, qualificação e fortalecimento das empresas de serviços contábeis no Rio de Janeiro. A comemoração também abriu espaço para debates sobre Reforma Tributária, associativismo, planejamento e futuro dos empresários.

Por que o lançamento do podcast do SESCON-RJ é importante?

O novo estúdio de podcast amplia a capacidade da entidade de produzir conteúdo, compartilhar conhecimento e aproximar empresários, contadores e lideranças de temas relevantes para o mercado.

Por que a Reforma Tributária preocupa empresários e contadores?

Porque a transição para novos tributos, como CBS e IBS, exigirá adaptação de sistemas, documentos fiscais, gestão financeira, formação de preços e planejamento tributário.

Como o associativismo ajuda pequenos empresários?

O associativismo aproxima empresários de conhecimento, capacitação, networking, representação institucional e oportunidades de troca com outros profissionais.

O que o empresário pode aprender com os 40 anos do SESCON-RJ?

A principal lição é que empresas mais preparadas crescem com planejamento, orientação profissional, participação em redes de apoio e capacidade de adaptação às mudanças do mercado.

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